Como a pandemia e o isolamento afetam nosso sono.

admin
27 de agosto de 2020

 

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A incerteza causada pelos impactos da pandemia é um dos principais motivos da ocorrência de distúrbios do sono nesse período. Não conseguimos realizar as ações cotidianas de médio ou longo prazo com facilidade, a mudança na rotina ocorreu de forma inesperada, provocando sentimentos disfóricos, dentre eles a ansiedade, angústia e o medo. Todos esses aspectos podem gerar impacto na qualidade do sono.
Pesquisas apontam um grande número de pessoas que relatam problemas de insônia. Os sintomas são variados, há a insônia inicial, ou seja, dificuldade de iniciar o sono, a insônia de manutenção, que é caracterizada pelos despertares noturnos e a insônia terminal, que ocorre devido ao despertar precoce.

Deixarei algumas sugestões para auxiliar na melhoria da qualidade do sono.

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Não tendo melhora nos sintomas, sugiro buscar um profissional capacitado para investigar se há outros problemas psicológicos, como, por exemplo, transtorno de ansiedade, Burnout e distúrbio do humor, para que juntos possam compreender melhor o caso e buscar novas alternativas de tratamento.

Texto: Psicóloga Maria Clara Correia Ribeiro CRP 01/22142

 

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Dicas para cuidar da sua saúde mental em tempos de isolamento social

admin
27 de agosto de 2020

 

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O isolamento social tem refletido diretamente no comportamento e no emocional das pessoas. Devido as mudanças geradas nesse contexto, as rotinas e dinâmicas familiares têm sofrido transformações, e esse processo de adaptação contribui para o desgaste emocional das pessoas.
O que fazer para preservar a saúde mental diante desse contexto?

– Procure estabelecer uma rotina em casa.
– Estabeleça prioridades. Mas, se as metas não forem cumpridas, tudo bem !
– Mantenha contato com a sua rede de apoio de forma virtual. Eles sempre serão importantes.
– Cuidado com o excesso de informações. Nossa mente merece descanso.
– Faça alguma atividade que você goste ou inicie um hobby novo.
– Cuide do seu corpo e da saúde física. Exercícios físicos e alimentação balanceada é importante.
– Importante não interromper o acompanhamento psicológico. Converse com o profissional a respeito do atendimento online.
– Caso necessite de ajuda não hesite em pedir!

Texto: Neuropsicóloga Rosicleide Sousa – CRP 01/15813 DF.

 

Dificuldade de Aprendizagem ou Transtorno de Aprendizagem?

admin
26 de novembro de 2019

DIFICULDADE OU TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM_

 

Será que seu filho está com Dificuldade de Aprendizagem ou Transtorno de Aprendizagem?

Você sabe qual é a diferença? .

Não podemos confundir a Dificuldade com o Transtorno ou simplificar e achar que são sinônimos!!! .

Dificuldades de Aprendizagem: – Não são caracterizadas por uma alteração primária no sistema nervoso central, – Altera os processos de aprendizagem, independente de suas condições neurológicas, – Problemas com a família podem influenciar na aprendizagem, – Escolaridade dos pais, – Condições socioeconômicas, – Escola: condição física, condição pedagógica e do corpo docente, – Criança: problemas físicos e doenças crônicas. .

Transtornos de Aprendizagem: – Referem-se a uma falta de habilidade específica na leitura, escrita e matemática, – Essas inabilidades devem ter como causa aspectos primários que acometem o sistema nervoso central, ou seja, é de origem genética, neurobiológica, – Exemplos mais comuns: Dislexia, Discalculia e Disgrafia. .

O Psicopedagogo é um dos profissionais que faz parte de uma equipe multidisciplinar capacitado para intervir nas Dificuldades de Aprendizagem e Transtornos de Aprendizagem.

Nem tudo é preguiça ou desinteresse!!! O cuidado é um ato de amor!!! Procure um Psicopedagogo para avaliação/intervenção.

– Psicopedagoga Monique Sandreli

BULLYING

admin
7 de novembro de 2019

Bullying é uma forma de violência; podendo ser qualquer ação agressiva, intencional e repetitiva que envolve desequilíbrio de poder entre o agressor e a vítima. Pode ser feito por uma ou mais pessoas e, conforme repetido, o poder dos agressores aumenta e o da vítima diminui. Todo bullying tem agressão, mas nem toda agressão pode ser caracterizada como bullying. Para que exista, é necessário um tripé: funciona com a vítima, com o agressor e com os espectadores. Estes últimos são parte prejudicial desse tipo de conduta, porque tem plateia (se não tem, não tem para quem mostrar) e muitos ficam omissos, observando os ataques não falando nada, com medo de se tornarem o próximo alvo. A plateia pode ser omissa, coautora ou inibidora dessas ações.

Pode ser praticado de forma direta por meio de bullying físico (beliscões, socos, chutes); verbal (xingamentos, ameaças, provocações); escrito (bilhetes, pichações, desenhos humilhantes); material (furtos, quebra ou danificações de objetos da vítima). Também pode ocorrer de forma indireta quando o agressor espalha rumores ou exclui a vítima de um grupo.

Pessoas com necessidades especiais, obesidade ou que sejam percebidas como parte de minorias étnicas ou sexuais estão em especial risco de serem vítimas de violência pelos colegas. Vítimas de bullying estão em maior risco de desenvolver depressão, diferentes transtornos de ansiedade, baixa autoestima e ideação suicida. Tendem a faltar mais aulas, ter um pior desempenho escolar, isolamento e apresentar mais problemas de saúde.

É melhor trabalhar na prevenção e nas medidas de conscientização. Precisamos impedir o bullying antes de ele começar: educando e sendo um bom exemplo. Crianças vivendo em um ambiente familiar muito rigoroso ou violento podem estar mais dispostas a agressões na escola. Pais que tratam as outras pessoas, ou o seu próprio filho com agressividade, estão passando um endeusamento para ele: de que a violência é uma forma aceitável de tratar os outros e de resolver problemas. Pais precisam tomar conhecimento e participar desse processo.

– Psicóloga Fabiana Soares Terra CRP 01/16054

BULLYNG

DPAC e TDAH

admin
22 de outubro de 2019

É muito comum a associação desses dois transtornos, ambos causam problemas de aprendizagem, baixo rendimento escolar e alterações comportamentais, sendo importante a investigação completa para uma avaliação diferenciada.

O Processamento Auditivo é responsável pela percepção, organização e integração dos estímulos auditivos identificando e compreendendo as informações. Para isso, é necessário a integridade das funções neurológicas de atenção, memória e funções executivas. O DPAC é o Distúrbio do Processamento Auditivo Central, que causa alterações em uma ou mais habilidades auditivas que afeta o desenvolvimento da aprendizagem e da linguagem.

O TDAH, é um distúrbio de atenção que está associada à hiperatividade e impulsividade gerando problemas de atenção seletiva e sustentada, memória operacional e funções executivas com consequências na interação social, aprendizagem e organização temporal, espacial e executiva.

Para diagnosticar esse transtorno se faz necessário o confronto de dados dos pais e da escola e escalas de avaliações específicas. Conhecer as características clínicas e comportamentais de cada um é imprescindível!

Para o diagnostico desses  transtornos é necessário considerar as informações dos pais, da escola, observação em consultório, exames e escalas de avaliações específicas. Conhecer as características clínicas e comportamentais de cada um é imprescindível!

– Fonoaudióloga Danyelle Marques – Crfa 11902

DPAC

Setembro Amarelo

admin
9 de setembro de 2019

V A M O S

 

Dados preocupantes apresentados pela CVV (Centro de Valorização da Vida) indicam que, por dia, 32 brasileiros se suicidam no país. A grande maioria na faixa etária entre 15 e 35 anos. A taxa é superior às mortes causadas por doenças como câncer e AIDS, o que coloca o problema como uma questão de saúde pública no país. A grande maioria das mortes por suicídios podem ser evitadas e o diálogo sobre o assunto é o melhor jeito de fazer isso. Se você ou alguém que você conhece possui pensamentos suicidas, peça ajuda. Jamais ignore a situação de uma pessoa com comportamentos e pensamentos suicidas. Não entre em choque, fique envergonhado ou demonstre pânico. Não tente dizer que tudo vai ficar bem, diminuindo a dor da pessoa, sem agir para que isso aconteça. A principal medida é não fazer com que o problema pareça uma bobagem ou algo trivial. Procure ajuda imediatamente.

Principalmente, não deixe a pessoa sozinha em momentos de crise nem a julgue por seus atos.

Indisciplina Escolar

admin
24 de Abril de 2018

Conceituar indisciplina é uma tarefa que apresenta grande complexidade. Içami Tiba (1996) define disciplina como “O conjunto de regras éticas para se atingir um objetivo”. A ética é entendida, aqui, como o critério qualitativo do comportamento humano envolvendo e preservando o respeito, o bem-estar biopsicossocial” (p.17), apontando como causas da indisciplina na escola as características pessoais do aluno (distúrbios psiquiátricos, neurológicos, deficiência mental, distúrbios de personalidade, neuróticos), as características relacionais (distúrbios entre os próprios colegas, distorções de autoestima) e os distúrbios e desmandos de professores.

 Poderíamos considerar que a indisciplina é um “problema de todos”? Desta forma, até que ponto a sociedade, a família e a escola têm contribuído para que o problema da indisciplina se perpetue na sociedade, e, mais especificamente, no contexto escolar? Fica claro, neste conceito pronto, que tanto a disciplina, como a indisciplina, é um fato que decorre da sociedade e de seu sistema de ensino, mas é também um fenômeno essencialmente escolar, tão antigo como a própria escola e tão inevitável quanto ela.

 Compreender e descobrir a causa do aumento da indisciplina não é tarefa fácil, pois este fato não se manifesta somente nas escolas, ao contrário, é lá que se percebe com mais ênfase, pois é o local em que há um confronto maior entre quem manda e ordena com quem é marcado para obedecer.

 Psicóloga Vanessa Castro CRP- 01/20004

TIBA, I. Disciplina – Limite na medida certa. 8. ed. São Paulo: Editora Gente, 1996. p. 117 e 145, grifos nossos.

Violência Doméstica

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24 de Abril de 2018

Sintam-se empoderadas, respeitem-se e, consequentemente, venham a ser respeitadas.

A compreensão da violência contra a mulher, na lei Maria da Penha (Nº 11.340, 2006), diz que a violência é um fenômeno extremamente complexo que afunda suas raízes na interação de muitos fatores biológicos, sociais, culturais, econômicos e políticos. A noção do que são comportamentos aceitáveis e inaceitáveis, ou do que constitui um dano, está influenciada pela cultura e submetida a uma contínua revisão, à medida que os valores e as normas sociais evoluem.

As mulheres agredidas desenvolvem muitos sentimentos relacionados à violência, como confusão, desespero, isolamento, depressão, entre outros fatores. As consequências psicológicas causadas pela agressão podem ser devastadores e devem ser analisados não apenas na vida da mulher, mas em uma esfera macro, por que não são apenas as mulheres agredidas que sofrem, dependendo do caso estão envolvidos filhos, familiares e amigos.

A casa e o espaço familiar, antes considerados lugar de proteção, passam a ser um local de risco para as mulheres e crianças. Mais da metade das mulheres agredidas sofrem caladas e não pedem ajuda. Para elas é difícil dar um basta na situação, muitas sentem vergonha ou dependem emocionalmente, ou financeiramente, do agressor. Outras acham que “foi só daquela vez” ou que, no fundo, são elas as culpadas pela violência; ou não falam nada por causa dos filhos, por que têm medo de apanhar ainda mais, ou, ainda, por que não querem prejudicar o agressor, que pode ser preso ou condenado.

O processo terapêutico pode auxiliar mulheres vítimas de violência possível espaço de ressignificação das vivências de violência sofridas, a fim de que tenham qualidade de vida, sintam-se empoderadas, respeitem-se e, consequentemente, venham a ser respeitadas. Visando também que seu bem-estar físico, psíquico e social possa ser retomado a partir das atividades desenvolvidas e das redes de apoio.

Psicóloga Vanessa Ferreira de Castro  CRP 01/20004

Referência bibliográfica

_____. Lei Maria Da Penha. Lei N.°11.340, de 7 de agosto de 2006.Angulo-Tuesta AJ. Gênero e violência no âmbito doméstico: a perspectiva dos profissionais de saúde [Dissertação de Mestrado]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Osvaldo Cruz; 1997.

CONSUMISMO: UMA PATOLOGIA CONTEMPORÂNEA?

admin
24 de Abril de 2018

O consumismo é um termo cada vez mais utilizado para ser lembrado dos gastos desnecessários das pessoas. Segundo Cortez (2009), “Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência” (p. 35). Poderia o consumo pode ser considerado prejudicial para a própria saúde como pode ser prejudicial para o meio ambiente?

O consumismo surge da necessidade de autoafirmação e satisfação dos prazeres e sonhos de uma sociedade cada vez mais individualista e menos aprofundada socialmente. Essa sociedade tem a necessidade de realizar vontades e desejos, e essa realização se dá através do consumo. Essa situação psicossocial começa a tomar forma em meio à fragmentação cultural trazida pela pós-modernidade, período caracterizado pela multivalência ou pluralidade.

O consumo é envolvido por características de anseio por mudanças rápidas e inovadoras. O consumidor surge como um indivíduo cuja subjetividade é mutável, plural e fragmentária. Dessa maneira, ele torna-se confuso e suscetível a ser seduzido facilmente, também por estar imerso em um universo de muito dinamismo, novidades diárias e estratégias que o farão agir na impulsividade.

CORTEZ, ATC., and ORTIGOZA, SAG., orgs. Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. 146 p. ISBN 978-85-7983-007-5. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>.

Psicóloga Vanessa Castro CRP- 01/20004